{"id":60357,"date":"2026-03-05T05:05:00","date_gmt":"2026-03-05T10:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/latamobility.com\/?p=60357"},"modified":"2026-03-09T15:14:48","modified_gmt":"2026-03-09T20:14:48","slug":"didi-fazt-keysight-vemo-e-voltdeo-analisam-o-desafio-para-consolidar-a-eletromobilidade-no-mexico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamobility.com\/pt-br\/didi-fazt-keysight-vemo-e-voltdeo-analisam-o-desafio-para-consolidar-a-eletromobilidade-no-mexico\/","title":{"rendered":"DiDi, FAZT, Keysight, VEMO e Voltdeo analisam o desafio para consolidar a eletromobilidade no M\u00e9xico"},"content":{"rendered":"\n
No \u00e2mbito do “Latam Mobility North America 2026<\/strong>“, o segundo painel do summit reuniu um grupo de especialistas de primeiro n\u00edvel para abordar um dos temas mais conjunturais na transi\u00e7\u00e3o para a mobilidade sustent\u00e1vel: a conectividade e a infraestrutura de recarga el\u00e9trica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Sob a modera\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9s Garc\u00eda Giraldo<\/strong>, diretor de Mobilidade da Invest In Latam<\/strong>, os participantes concordaram que, embora a eletromobilidade j\u00e1 seja uma realidade palp\u00e1vel nas ruas mexicanas, o verdadeiro desafio para sua massifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 nos ve\u00edculos, mas nos “bastidores” do sistema: uma rede de recarga confi\u00e1vel, interoper\u00e1vel e com capacidade de oferecer uma experi\u00eancia digna ao usu\u00e1rio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n O painel, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de Javier Cuartas Villalobos<\/strong>, diretor geral da FAZT<\/strong>; Pablo Bernal<\/strong>, Automotive & Energy Solutions Engineer da Keysight Technologies<\/strong>; Roberto Rocha<\/strong>, CEO da VEMO<\/strong>; Tonatiuh Anzures<\/strong>, diretor de Assuntos Governamentais da DiDi M\u00e9xico<\/strong>; e Ana Acedo Tamayo<\/strong>, diretora geral da VoltDeo<\/strong>, ofereceu uma vis\u00e3o integral de um ecossistema que requer a colabora\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos atores para decolar definitivamente.<\/p>\n\n\n\n Voc\u00ea tamb\u00e9m pode se interessar<\/strong> | VEMO anuncia investimento de US$ 1,5 bilh\u00e3o para acelerar expans\u00e3o de infraestrutura de recarga e frota el\u00e9trica no M\u00e9xico<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Ana Acedo Tamayo<\/strong>, diretora geral da VoltDeo<\/strong>, empresa mexicana desenvolvedora de software para gest\u00e3o de infraestrutura de recarga, trouxe \u00e0 tona um conceito que se tornaria um dos eixos da conversa: a<\/strong> interoperabilidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “Nossa empresa desenvolveu um software que permite gerenciar a infraestrutura de recarga com qualquer carregador compat\u00edvel com o protocolo OCPP<\/strong>, para gerenciar autentica\u00e7\u00e3o, usu\u00e1rios e pagamentos”, explicou. O objetivo, disse, \u00e9 gerar essa interoperabilidade entre os diferentes carregadores<\/strong> e evitar que se tornem “silos ou ilhas” que acabem por frustrar a experi\u00eancia do usu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Javier Cuartas Villalobos<\/strong>, diretor geral da FAZT<\/strong>, empresa mexicana focada no desenvolvimento e opera\u00e7\u00e3o de pontos de recarga r\u00e1pida e ultrarr\u00e1pida, foi contundente ao afirmar que sem localiza\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas n\u00e3o h\u00e1 rede que funcione. “Para adotarmos a eletromobilidade, tem que haver redes de recarga. Assim como h\u00e1 postos de gasolina em toda parte, tem que haver esta\u00e7\u00f5es de recarga em toda parte<\/strong>“, afirmou.<\/p>\n\n\n\n Cuartas revelou que a FAZT<\/strong>, em alian\u00e7a com a Organiza\u00e7\u00e3o Soriana<\/strong>, est\u00e1 implantando uma ambiciosa rede em n\u00edvel nacional. Atualmente contam com mais de 100 pontos de recarga r\u00e1pida<\/strong>, projetando fechar o trimestre com mais de 300 em cinco cidades e alcan\u00e7ar os mil pontos at\u00e9 o final do ano<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “A Soriana tem mais de 800 lojas em n\u00edvel nacional<\/strong>. N\u00e3o \u00e9 somente a quantidade de localiza\u00e7\u00f5es, mas a qualidade: os usu\u00e1rios podem realizar uma atividade, ir ao banheiro, ir a um restaurante. S\u00e3o localiza\u00e7\u00f5es seguras, acess\u00edveis e vis\u00edveis”, detalhou.<\/p>\n\n\n\n Por tr\u00e1s de cada ponto de recarga, no entanto, existe uma complexa engenharia que deve garantir seguran\u00e7a e confiabilidade. Pablo Bernal<\/strong>, da Keysight Technologies<\/strong>, empresa dedicada a desenvolver software e equipamentos de testes para quem cria tecnologia de recarga, lan\u00e7ou um alerta crucial: n\u00e3o se pode sacrificar a qualidade em prol da velocidade de implanta\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “O desafio \u00e9 conseguir transmitir e conscientizar sobre a import\u00e2ncia da normatividade”, afirmou Bernal. Explicou que, embora muita infraestrutura chegue do exterior com certifica\u00e7\u00f5es de seus pa\u00edses de origem, no M\u00e9xico j\u00e1 se est\u00e1 come\u00e7ando a desenvolver tecnologia local<\/strong>, e \u00e9 fundamental que existam mecanismos que atestem seu correto funcionamento.<\/p>\n\n\n\n “Os n\u00edveis de energia que estamos lidando n\u00e3o podem ser deixados para ver quem os testa. Isso pode apresentar riscos de seguran\u00e7a para os usu\u00e1rios”, advertiu.<\/p>\n\n\n\n Al\u00e9m disso, Bernal destacou o papel da educa\u00e7\u00e3o nesse processo, mencionando que a Keysight <\/strong>apoia universidades como o Tecnol\u00f3gico de Monterrey<\/strong> em cursos e diplomas de eletromobilidade, para que os futuros profissionais entendam desde os fundamentos da bateria at\u00e9 os protocolos de recarga.<\/p>\n\n\n\n Roberto Rocha<\/strong>, CEO da VEMO<\/strong>, compartilhou a vis\u00e3o de sua empresa, nascida em 2021 com a ideia de acelerar a eletromobilidade atrav\u00e9s de um modelo de neg\u00f3cio integrado. “Faltavam muitas coisas: ve\u00edculos ao pre\u00e7o correto, infraestrutura de recarga, incentivos. Percebemos que t\u00ednhamos que ter uma abordagem diferente<\/strong>“, relatou.<\/p>\n\n\n\n A VEMO <\/strong>opera como um ecossistema que combina infraestrutura de recarga p\u00fablica, frotas de ve\u00edculos el\u00e9tricos, financiamento e tecnologia.<\/p>\n\n\n\n Rocha explicou que um dos problemas estruturais que identificaram foi o modelo de “carregadores dados de presente” a shopping centers, que se mostrava insustent\u00e1vel. “Ningu\u00e9m estava contente<\/strong>: o shopping center dava eletricidade de gra\u00e7a, o usu\u00e1rio n\u00e3o sabia se o carregador funcionaria, as marcas recebiam reclama\u00e7\u00f5es”, lembrou.<\/p>\n\n\n\n A solu\u00e7\u00e3o, disse, tem sido desenvolver multiformatos que atendam diferentes necessidades<\/strong>: desde carregadores em shopping centers para usu\u00e1rios que v\u00e3o \u00e0s compras, at\u00e9 centros de recarga ultrarr\u00e1pidos 24\/7 com zonas de conveni\u00eancia para motoristas de plataformas e empresas de \u00faltima milha. “Estamos tentando atacar o problema de v\u00e1rios lados”, resumiu.<\/p>\n\n\n\n Da perspectiva das plataformas de mobilidade, Tonatiuh Anzures<\/strong>, diretor de Assuntos Governamentais da DiDi M\u00e9xico<\/strong>, colocou o foco em quem finalmente utiliza a infraestrutura: o motorista.<\/p>\n\n\n\n A DiDi<\/strong>, que opera no M\u00e9xico <\/strong>desde 2018 <\/strong>e tem Monterrey <\/strong>como uma de suas cidades priorit\u00e1rias, lan\u00e7ou uma ambiciosa meta de registrar 100 mil ve\u00edculos el\u00e9tricos ou h\u00edbridos em sua plataforma entre 2024 e 2030<\/strong>, com um investimento inicial de um bilh\u00e3o de pesos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “Para a Didi<\/strong>, o tema da experi\u00eancia do motorista \u00e9 fundamental”, afirmou Anzures. Explicou que a densidade \u00e9 chave para uma plataforma: os usu\u00e1rios devem poder encontrar um ve\u00edculo em um tempo razo\u00e1vel, e isso requer n\u00e3o apenas ve\u00edculos el\u00e9tricos suficientes, mas tamb\u00e9m infraestrutura de recarga acess\u00edvel que permita aos motoristas recarregar e voltar \u00e0 opera\u00e7\u00e3o sem perdas de tempo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Anzures destacou a import\u00e2ncia das alian\u00e7as comerciais com empresas como VEMO <\/strong>e FAZT<\/strong>, bem como com montadoras como GAC, BYD <\/strong>e JAC<\/strong>, para construir um ecossistema que funcione. “Aceitar que n\u00e3o podemos sozinhos \u00e9 a melhor pr\u00e1tica. Para acelerar a transi\u00e7\u00e3o, \u00e9 important\u00edssimo ter alian\u00e7as”, sublinhou.<\/p>\n\n\n\n Ao longo do painel, o tema dos padr\u00f5es de recarga emergiu como um dos aspectos mais complexos e determinantes para o futuro do setor.<\/p>\n\n\n\n Ana Acedo<\/strong>, da VoltDeo<\/strong>, insistiu que a interoperabilidade n\u00e3o \u00e9 um luxo, mas uma necessidade para evitar que a infraestrutura fique obsoleta ou inacess\u00edvel<\/strong>. “Gerar essa interoperabilidade nos garantir\u00e1 que n\u00e3o fiquem silos ou ilhas, mas que se consiga ter todo um ecossistema que ajude os usu\u00e1rios”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n Roberto Rocha<\/strong> trouxe uma vis\u00e3o pragm\u00e1tica baseada na experi\u00eancia do mercado. Afirmou que atualmente os padr\u00f5es dominantes s\u00e3o o GBT <\/strong>(presente em aproximadamente 70% dos ve\u00edculos que chegam ao M\u00e9xico<\/strong>) e o padr\u00e3o tipo 1<\/strong>, com uma clara tend\u00eancia para a converg\u00eancia em torno do padr\u00e3o NACS <\/strong>da Tesla <\/strong>na Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n\n\n\n “O mercado est\u00e1 dizendo que \u00e9 isso que vai acontecer”, afirmou, e revelou que, pela EMA <\/strong>(Associa\u00e7\u00e3o Mexicana de Eletromobilidade), recomendaram n\u00e3o trazer ve\u00edculos com padr\u00f5es como Chademo <\/strong>ou GB\/T<\/strong> de segunda gera\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o haver\u00e1 infraestrutura para eles.<\/p>\n\n\n\n Pablo Bernal<\/strong>, da Keysight<\/strong>, complementou essa vis\u00e3o, afirmando que, al\u00e9m do conector f\u00edsico, o verdadeiro desafio est\u00e1 na evolu\u00e7\u00e3o constante dos protocolos de comunica\u00e7\u00e3o entre o ve\u00edculo e a esta\u00e7\u00e3o de recarga<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “Os protocolos est\u00e3o em evolu\u00e7\u00e3o constante. \u00c9 necess\u00e1rio que fabricantes de esta\u00e7\u00f5es e ve\u00edculos fa\u00e7am atualiza\u00e7\u00f5es permanentes”, explicou, destacando o papel dos equipamentos de teste para garantir a compatibilidade antes que os novos modelos cheguem ao mercado.<\/p>\n\n\n\n Javier Cuartas<\/strong> compartilhou as li\u00e7\u00f5es que a FAZT <\/strong>obteve ao transferir sua experi\u00eancia no setor energ\u00e9tico para a infraestrutura de recarga. “Viemos do mundo da energia. Temos um centro de controle onde monitoramos todos os carregadores 24\/7 e equipes locais de manuten\u00e7\u00e3o para dar resposta r\u00e1pida”, explicou.<\/p>\n\n\n\n A confiabilidade e disponibilidade dos carregadores s\u00e3o, para a FAZT<\/strong>, a chave do sucesso, e por isso implementaram as mesmas melhores pr\u00e1ticas que utilizam em parques solares e e\u00f3licos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Ana Acedo<\/strong>, por sua vez, destacou o orgulho de a VoltDeo <\/strong>ser uma plataforma 100% desenvolvida por mexicanos e compartilhou sua aspira\u00e7\u00e3o de que o pa\u00eds possa se tornar uma refer\u00eancia em software para eletromobilidade<\/strong>, competindo com empresas europeias como Ampcontrol ou Monta.<\/p>\n\n\n\n Tonatiuh Anzures<\/strong> acrescentou uma li\u00e7\u00e3o fundamental da perspectiva das pol\u00edticas p\u00fablicas: a import\u00e2ncia do di\u00e1logo com as autoridades e das colabora\u00e7\u00f5es p\u00fablico-privadas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n “Com o governo de Nuevo Le\u00f3n<\/strong> temos um di\u00e1logo muito bom, tanto em n\u00edvel estadual quanto municipal. H\u00e1 muito interesse nas transi\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas”, afirmou, lembrando que aproximadamente 25% dos poluentes nas cidades prov\u00eam do transporte<\/strong>, o que dimensiona a oportunidade que a eletromobilidade representa.<\/p>\n\n\n\n O painel concluiu com uma mensagem un\u00e2nime: a eletromobilidade no M\u00e9xico n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel sem a colabora\u00e7\u00e3o de todos os atores envolvidos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Desde os desenvolvedores de tecnologia at\u00e9 as plataformas de mobilidade, passando pelos operadores de infraestrutura e as autoridades, o caminho para a descarboniza\u00e7\u00e3o do transporte requer uma abordagem integral que coloque no centro a experi\u00eancia do usu\u00e1rio e a sustentabilidade dos modelos de neg\u00f3cio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Como afirmou o moderador Andr\u00e9s Garc\u00eda<\/strong> no encerramento, “sozinhos n\u00e3o podemos, temos que nos integrar”. O desafio \u00e9 tamb\u00e9m de educa\u00e7\u00e3o e entendimento<\/strong> de que cada novo ator que se junta ao ecossistema deve faz\u00ea-lo com uma vis\u00e3o de conjunto, para que o crescimento exponencial que se aproxima seja ordenado e sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n A conversa sobre infraestrutura de recarga continuar\u00e1 sendo um dos eixos centrais nos pr\u00f3ximos encontros do setor, \u00e0 medida que o M\u00e9xico <\/strong>avan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 meta de consolidar uma rede de recarga digna, confi\u00e1vel e acess\u00edvel para todos.<\/p>\n\n\n\n Este di\u00e1logo faz parte dos esfor\u00e7os que a Latam Mobility est\u00e1 impulsionando ao longo de sua turn\u00ea 2026, que percorrer\u00e1 os principais mercados da regi\u00e3o para aprofundar nestes e em outros temas cruciais para a transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade.<\/p>\n\n\n\n Atrav\u00e9s de suas paradas em Monterrey<\/a><\/strong> e Cidade do M\u00e9xico<\/a><\/strong>, Brasil<\/a><\/strong>, Col\u00f4mbia<\/a><\/strong> e Chile<\/a><\/strong>, a plataforma continuar\u00e1 promovendo uma abordagem colaborativa para acelerar a transi\u00e7\u00e3o para sistemas de transporte mais limpos, eficientes e inclusivos<\/strong>, posicionando a Am\u00e9rica Latina como um ator relevante na mobilidade sustent\u00e1vel em n\u00edvel global.<\/p>\n\n\n\n Fa\u00e7a parte do movimento que acelera a transforma\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e urbana da Am\u00e9rica Latina. Se voc\u00ea quiser saber mais detalhes sobre como participar e op\u00e7\u00f5es de posicionamento, clique aqui<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" No \u00e2mbito do “Latam Mobility North America 2026“, o segundo painel do summit reuniu um grupo de especialistas de primeiro n\u00edvel para abordar um dos temas mais conjunturais na transi\u00e7\u00e3o para a mobilidade sustent\u00e1vel: a conectividade e a infraestrutura de recarga el\u00e9trica. 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<\/figure>\n\n\n\nO desafio da normatividade e da qualidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Ecossistema integrado como resposta<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
<\/figure>\n\n\n\nA experi\u00eancia do motorista: o elo esquecido<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Interoperabilidade e padr\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n

Modelos de neg\u00f3cio sustent\u00e1veis e confiabilidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Rumo a um ecossistema colaborativo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
A agenda para descarbonizar o transporte<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n