{"id":60669,"date":"2026-03-10T05:05:00","date_gmt":"2026-03-10T10:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/latamobility.com\/?p=60669"},"modified":"2026-03-09T09:28:37","modified_gmt":"2026-03-09T14:28:37","slug":"byd-trucks-traxion-3m-delectrico-e-cluster-nl-tracam-em-monterrey-a-rota-para-eletrificar-a-logistica-mexicana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamobility.com\/pt-br\/byd-trucks-traxion-3m-delectrico-e-cluster-nl-tracam-em-monterrey-a-rota-para-eletrificar-a-logistica-mexicana\/","title":{"rendered":"BYD Trucks, Traxi\u00f3n, 3M, Delectrico e Cluster NL tra\u00e7am em Monterrey a rota para eletrificar a log\u00edstica mexicana"},"content":{"rendered":"\n
No \u00e2mbito da c\u00fapula Latam Mobility North America 2026<\/strong>, realizada no munic\u00edpio de San Pedro Garza Garc\u00eda<\/strong>, em Monterrey, M\u00e9xico<\/strong>, aconteceu o painel intitulado “Da primeira \u00e0 \u00faltima milha: apostas e inova\u00e7\u00e3o do setor empresarial mexicano<\/strong>“.<\/p>\n\n\n\n O encontro, que reuniu algumas das vozes mais autorizadas do setor de log\u00edstica e mobilidade no M\u00e9xico<\/strong>, serviu como um term\u00f4metro para medir o avan\u00e7o, as barreiras e as oportunidades<\/strong> que o pa\u00eds enfrenta em seu caminho rumo \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o do transporte.<\/p>\n\n\n\n A sess\u00e3o, moderada por Guillaume Fouch\u00e9<\/strong>, Diretor de Neg\u00f3cios para a Am\u00e9rica Latina da BloombergNEF<\/strong>, contou com a participa\u00e7\u00e3o de Ram\u00f3n Mu\u00f1ozcano<\/strong>, Fundador, CEO & Diretor Geral do Cluster de Log\u00edstica de Nuevo Le\u00f3n<\/strong>; Julio Mu\u00f1oz<\/strong>, Diretor para a Am\u00e9rica Latina de Transporte e Eletr\u00f4nicos da 3M<\/strong>; Julio Hern\u00e1ndez<\/strong>, Diretor Comercial da Delectrico<\/strong>; Antonio Tejedo<\/strong>, Vice-presidente de Rela\u00e7\u00f5es com Investidores do Grupo Traxi\u00f3n<\/strong>; e Anel Hern\u00e1ndez Serrano<\/strong>, Diretora de Marca da BYD Trucks<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Durante quase uma hora, os especialistas compartilharam suas perspectivas sobre o complexo cen\u00e1rio que envolve a migra\u00e7\u00e3o de frotas de combust\u00e3o interna para tecnologias mais limpas, em um ambiente marcado pela urg\u00eancia clim\u00e1tica, viabilidade financeira e o fen\u00f4meno do nearshoring.<\/p>\n\n\n\n Voc\u00ea tamb\u00e9m pode se interessar por<\/strong> | Vis\u00e3o 360\u00b0 do Transporte: L\u00edderes da AMTM, Grupo CISA, IMT e ZEmobility analisam o futuro da mobilidade em Monterrey<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Ram\u00f3n Mu\u00f1ozcano<\/strong> abriu o di\u00e1logo pintando a realidade vivida nas estradas do norte do M\u00e9xico<\/strong>. “Ap\u00f3s a rodovia La Gloria-Col\u00f4mbia<\/strong>, as travessias pela Ponte Internacional Solidaridad <\/strong>aumentaram exponencialmente.”<\/p>\n\n\n\n “Isso motivou v\u00e1rios de nossos associados a realizar travessias com caminh\u00f5es el\u00e9tricos, aproveitando a efici\u00eancia dessa rota para reduzir sua pegada de carbono”, explicou o diretor do Cluster de Log\u00edstica de Nuevo Le\u00f3n.<\/p>\n\n\n\n Mas Mu\u00f1ozcano foi al\u00e9m do diagn\u00f3stico e detalhou as a\u00e7\u00f5es concretas que est\u00e3o sendo promovidas atrav\u00e9s da h\u00e9lice tripla. “Estamos trabalhando com o governo do estado para instalar eletropostos perto do porto de Col\u00f4mbia. Tamb\u00e9m promovemos paradas seguras e comit\u00eas espec\u00edficos de mobilidade, infraestrutura, sustentabilidade e talento humano.”<\/p>\n\n\n\n “Porque hoje, sem talento humano capacitado, n\u00e3o podemos avan\u00e7ar. Se queremos ser um hub log\u00edstico de classe internacional, precisamos ter tudo bem lubrificado, desde a engrenagem mais pequena, as microempresas, at\u00e9 as maiores”, declarou.<\/p>\n\n\n\n Guillaume Fouch\u00e9<\/strong> lan\u00e7ou a pergunta que iniciou o debate: “Eletrificar frotas no M\u00e9xico neste momento, \u00e9 uma decis\u00e3o ambiental ou realmente econ\u00f4mico-financeira<\/strong>?”<\/p>\n\n\n\n Antonio Tejedo<\/strong>, do Grupo Traxi\u00f3n<\/strong>, respondeu com a experi\u00eancia de quem opera uma das maiores frotas do pa\u00eds. “Acredito que o que come\u00e7ou como uma decis\u00e3o ambiental e uma preocupa\u00e7\u00e3o genu\u00edna, hoje, depois de seis anos no mercado, as empresas puderam comprovar que a redu\u00e7\u00e3o dos custos operacionais tamb\u00e9m \u00e9 muito boa<\/strong>. H\u00e1 pouco, ouvi algu\u00e9m dizer que ser ecol\u00f3gico \u00e9 sin\u00f4nimo de economia l\u00f3gica”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, Tejedo trouxe os p\u00e9s ao ch\u00e3o ao falar sobre barreiras concretas. “Al\u00e9m do econ\u00f4mico e financeiro, est\u00e1 a infraestrutura para carregar. O primeiro desafio \u00e9 o pre\u00e7o das unidades: um caminh\u00e3o ou \u00f4nibus el\u00e9trico \u00e9 cerca de 50% mais caro<\/strong>. A isso, soma-se o investimento em infraestrutura para carregar as baterias. Acreditamos que os clientes ainda n\u00e3o est\u00e3o prontos para absorver esse aumento de pre\u00e7o. Precisamos nos encontrar no meio do caminho: as empresas operadoras, os clientes e os fornecedores”, pontuou.<\/p>\n\n\n\n Julio Hern\u00e1ndez<\/strong>, da Delectrico<\/strong>, n\u00e3o hesitou em aumentar a aposta. “Hoje temos a oportunidade, como gera\u00e7\u00e3o, de corrigir algo que est\u00e1 afetando a todos n\u00f3s: a polui\u00e7\u00e3o. O n\u00edvel de emiss\u00f5es de CO2 gerado por um caminh\u00e3o tractor a diesel \u00e9 relevante, mas n\u00e3o t\u00e3o relevante quanto o n\u00edvel de emiss\u00f5es de material particulado de 2,5 m\u00edcrons<\/strong>, que nos mata.”<\/p>\n\n\n\n “Nas zonas mais limpas da Cidade do M\u00e9xico<\/strong>, o n\u00edvel de emiss\u00f5es equivale a uma pessoa consumir dois cigarros por dia. A expectativa de vida s\u00f3 por morar l\u00e1 j\u00e1 \u00e9 reduzida em um ano. Se formos para as partes mais polu\u00eddas, o equivalente \u00e9 sete cigarros di\u00e1rios”, revelou com crueza.<\/p>\n\n\n\n Al\u00e9m disso, Hern\u00e1ndez explicou como conseguiram contornar a barreira econ\u00f4mica. “O que fizemos foi modificar os esquemas de financiamento<\/strong>, porque s\u00e3o ativos completamente diferentes. Sua garantia subjacente \u00e9 distinta. Negociamos com a China <\/strong>para que os volumes fossem maiores e os pre\u00e7os ca\u00edssem. A van que temos fora da c\u00fapula custa 998.000 pesos<\/strong>: 13,2 metros c\u00fabicos, 1,2 toneladas. \u00c9 uma quest\u00e3o de tornar isso massivo”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n Anel Hern\u00e1ndez Serrano<\/strong>, da BYD Trucks<\/strong>, tocou num ponto sens\u00edvel que raramente \u00e9 discutido: o medo<\/strong>. “O maior medo \u00e9 a resist\u00eancia das pessoas \u00e0 mudan\u00e7a. Se voc\u00ea n\u00e3o capacita, n\u00e3o as instrui, elas voltam a dizer: ‘Ei, por que eu conectaria meu carro el\u00e9trico se vou usar eletricidade gerada com combust\u00edvel?’ Ou ‘O que vai acontecer com as baterias daqui a 15 anos?'”<\/p>\n\n\n\n “\u00c9 ir trabalhando pouco a pouco com esse medo. As novas gera\u00e7\u00f5es est\u00e3o crescendo com isso. N\u00f3s, das gera\u00e7\u00f5es mais velhas, \u00e9 que ainda estamos relutantes em dar esse salto para a mudan\u00e7a”, refletiu.<\/p>\n\n\n\n Na BYD<\/strong>, a estrat\u00e9gia \u00e9 clara: acompanhamento total<\/strong>. “O acompanhamento \u00e9 muito importante. Fazemos levantamentos para ver se eles t\u00eam a capacidade energ\u00e9tica necess\u00e1ria para ter um certo n\u00famero de unidades. Ao mesmo tempo, buscamos parceiros estrat\u00e9gicos<\/strong>. E capacitamos os operadores; ensinamos que n\u00e3o se pode dirigir um el\u00e9trico como um a combust\u00e3o, porque \u00e9 totalmente diferente”, indicou.<\/p>\n\n\n\n “O convite da BYD Trucks<\/strong> \u00e9 para conhecer nossos modelos, fazer testes piloto com telemetria e tomar a melhor decis\u00e3o com base nos TCOs <\/strong>(custo total de propriedade)”, explicou.<\/p>\n\n\n\n Julio Mu\u00f1oz<\/strong>, da 3M<\/strong>, trouxe a vis\u00e3o do fornecedor de tecnologia. “Um ve\u00edculo a combust\u00e3o tem de 30.000 a 50.000 pe\u00e7as<\/strong>. Um ve\u00edculo el\u00e9trico tem entre 50% e 70% desse n\u00famero<\/strong>. Das quais, mais ou menos 70% ainda s\u00e3o comuns, mas 30% n\u00e3o s\u00e3o<\/strong>. Conhecemos as pe\u00e7as dos ve\u00edculos a combust\u00e3o h\u00e1 100 anos; as pessoas sabem como gerenci\u00e1-las e manuse\u00e1-las. Num ve\u00edculo el\u00e9trico, ainda nos falta treinamento para gerenci\u00e1-lo”, diagnosticou.<\/p>\n\n\n\n Mu\u00f1oz detalhou os desafios t\u00e9cnicos enfrentados. “\u00c9 muito mais simples fazer um ve\u00edculo el\u00e9trico, mas os materiais s\u00e3o diferentes. A bateria \u00e9 um problema: d\u00e1 autonomia, mas tamb\u00e9m tem desafios. Como fazer para n\u00e3o aquecer e durar 600 quil\u00f4metros<\/strong>? Como fazer para o ve\u00edculo consumir menos, gerenciando bem a ac\u00fastica ou o calor? Nisso somos especialistas, e isso permite aproximar-se da efici\u00eancia dessas novas tecnologias”, garantiu.<\/p>\n\n\n\n Sobre o fim da vida \u00fatil das baterias, Mu\u00f1oz foi claro: “Os materiais tendem a ser recicl\u00e1veis com o tempo<\/strong>. Hoje, uma bateria n\u00e3o \u00e9 totalmente recicl\u00e1vel, \u00e9 uma realidade. Mas as tecnologias est\u00e3o avan\u00e7ando para que sim, a tend\u00eancia \u00e9 que seja recicl\u00e1vel. J\u00e1 existem empresas que recuperam baterias para armazenamento de energia, bancos de baterias.”<\/p>\n\n\n\n Julio Hern\u00e1ndez<\/strong> complementou com um dado animador: “N\u00f3s pens\u00e1vamos que no quinto ano a bateria iria degradar para 75%. Com 128 tratores, temos 94% de degrada\u00e7\u00e3o, ou seja, apenas 6% de perda<\/strong>. Como conseguimos isso? Capacitando o operador. A\u00ed est\u00e1 a chave.”<\/p>\n\n\n\n Ram\u00f3n Mu\u00f1ozcano<\/strong> voltou a palavra para abordar um tema espinhoso: a seguran\u00e7a. “Hoje, no transporte, n\u00e3o se tem aquela autonomia necess\u00e1ria para dizer ‘sim, vou comprar um caminh\u00e3o tractor el\u00e9trico que custa muito mais caro e ainda tenho que esperar muito mais tempo para carregar’. E some a isso a inseguran\u00e7a no M\u00e9xico<\/strong>. N\u00e3o se pode arriscar ficar parado numa estrada perigosa”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n Julio Mu\u00f1oz<\/strong> acrescentou uma reflex\u00e3o sobre o custo de oportunidade. “A quest\u00e3o do hidrog\u00eanio tamb\u00e9m requer infraestrutura, e isso tem equilibrado as coisas para o lado el\u00e9trico. Mas a infraestrutura de eletropostos \u00e9 importante por coisas b\u00e1sicas: voc\u00ea quer entrar no seu carro e saber que vai chegar. Precisamos desenvolver eletropostos para gerar essa confian\u00e7a. N\u00e3o h\u00e1 nada pior para uma empresa de transporte do que ter a d\u00favida se vai chegar ou o que acontece se ficar pelo caminho”, pontuou.<\/p>\n\n\n\n Por sua vez, Guillaume Fouch\u00e9<\/strong> trouxe dados da BloombergNEF <\/strong>que contextualizaram a discuss\u00e3o. “Na \u00faltima d\u00e9cada, o pre\u00e7o da bateria caiu 85%<\/strong>. No ano passado, vimos uma queda de 15%<\/strong> no custo das baterias de l\u00edtio.”<\/p>\n\n\n\n “Em 2019, o M\u00e9xico <\/strong>n\u00e3o chegava a 1% das vendas de ve\u00edculos el\u00e9tricos de passageiros; no ano passado, chegou a 6%. Para 2040, acreditamos que 1,3 milh\u00e3o de ve\u00edculos el\u00e9tricos de passageiros possam ser vendidos<\/strong>. Isso implica preparar o pa\u00eds para a maioria dos ve\u00edculos el\u00e9tricos, e isso passa por energias renov\u00e1veis e antecipar a demanda de eletricidade”, explicou.<\/p>\n\n\n\n Fouch\u00e9 revelou uma proje\u00e7\u00e3o impactante: “Para 2050, prevemos 600 terawatts-hora de demanda de eletricidade no M\u00e9xico<\/strong>, quase o dobro de hoje, impulsionado por ar condicionado, centros de dados e ve\u00edculos el\u00e9tricos. A pergunta \u00e9: seremos capazes de ter todos esses caminh\u00f5es e ve\u00edculos el\u00e9tricos no pa\u00eds?”<\/p>\n\n\n\n Julio Hern\u00e1ndez<\/strong> compartilhou a experi\u00eancia da Delectrico <\/strong>com a intelig\u00eancia artificial aplicada. “A van que temos, embora n\u00e3o seja aut\u00f4noma n\u00edvel cinco, aparece na especifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica como n\u00edvel quatro porque integra IA para medir as trajet\u00f3rias das unidades ao redor. N\u00e3o d\u00e1 tanta manobrabilidade ao operador. Hoje temos 300 unidades operando<\/strong>, e o seguro, a ap\u00f3lice \u00e9 mais barata porque resulta que h\u00e1 um benef\u00edcio. A IA aplicada est\u00e1 sendo mais r\u00e1pida do que pensamos”, revelou.<\/p>\n\n\n\n Julio Mu\u00f1oz<\/strong> acrescentou um fator cr\u00edtico para a decolagem dos ve\u00edculos aut\u00f4nomos: a infraestrutura vi\u00e1ria<\/strong>. “O ve\u00edculo, para se tornar aut\u00f4nomo, precisa saber ler e interpretar os sinais externos. N\u00f3s temos uma ind\u00fastria muito forte em sinaliza\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria vertical e horizontal, que j\u00e1 incorpora tecnologia para que o ve\u00edculo a reconhe\u00e7a.”<\/p>\n\n\n\n “O investimento em infraestrutura para desenvolver ve\u00edculos aut\u00f4nomos tem que ser significativo, porque hoje ainda encontramos estradas que n\u00e3o est\u00e3o bem sinalizadas. Por mais inteligente que seja o ve\u00edculo, se a estrada n\u00e3o estiver sinalizada, ele vai se perder<\/strong>“, sentenciou.<\/p>\n\n\n\n Ram\u00f3n Mu\u00f1ozcano<\/strong> encerrou sua interven\u00e7\u00e3o com um exemplo concreto de efici\u00eancia. “Fizemos um estudo com telemetria anal\u00edtica<\/strong> para antecipar desvios em travessias de fronteira. Os resultados foram tempos de inatividade 12% a 15% menores e quil\u00f4metros improdutivos reduzidos<\/strong>.”<\/p>\n\n\n\n “O impacto no diesel foi menos emiss\u00f5es, menos penaliza\u00e7\u00f5es por atraso. E a sustentabilidade foi consequ\u00eancia da elimina\u00e7\u00e3o de inefici\u00eancias. Se a isso somarmos a tecnologia dos ve\u00edculos el\u00e9tricos ou h\u00edbridos, podemos gerar ainda mais economia e mais efici\u00eancia”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n Julio Hern\u00e1ndez<\/strong> resumiu o sentimento do painel com um chamado \u00e0 a\u00e7\u00e3o. “Acredito que a mensagem que gostaria de deixar aqui \u00e9: fa\u00e7amos tudo o que estiver ao nosso alcance para fazer algo. Se pudermos migrar para a mobilidade el\u00e9trica, fa\u00e7amo-lo; g\u00e1s natural, biodiesel, etanol<\/strong>, o que for, para travar isto que afeta a todos n\u00f3s. Vamos fazer isso<\/strong>.”<\/p>\n\n\n\n Anel Hern\u00e1ndez<\/strong> insistiu na necessidade de perder o medo. “Meu coment\u00e1rio seria: n\u00e3o ter medo dessa mudan\u00e7a de paradigma<\/strong>. Estar aberto a testar, conhecer, tomar uma decis\u00e3o pensada, mas tamb\u00e9m testada. Eles fizeram pilotos, fizeram testes, e \u00e9 a\u00ed que vivem, que sentem e dizem: ‘N\u00e3o est\u00e3o me contando, estou vivendo em tempo real’.”<\/p>\n\n\n\n Por sua vez, Antonio Tejedo<\/strong> citou Albert Einstein<\/strong> para encerrar. “Quero terminar com uma cita\u00e7\u00e3o que diz que \u00e9 preciso afastar-se das pessoas negativas porque elas t\u00eam um problema para cada solu\u00e7\u00e3o.”<\/p>\n\n\n\n Enquanto Ram\u00f3n Mu\u00f1ozcano<\/strong> lembrou que est\u00e3o abertos a todas as iniciativas. “Convidamos voc\u00eas a procurar o Cluster. Temos um conv\u00eanio com a Texas A&M<\/strong> para criar um laborat\u00f3rio de P&D focado em log\u00edstica e mobilidade. Venham conversar conosco para iniciar novos desenvolvimentos com escolas como o Tec de Monterrey, a Universidade Aut\u00f4noma de Nuevo Le\u00f3n<\/strong>, que j\u00e1 t\u00eam laborat\u00f3rios prontos para a ind\u00fastria.”<\/p>\n\n\n\n A c\u00fapula em San Pedro Garza Garc\u00eda foi apenas o in\u00edcio de um percurso que levar\u00e1 este di\u00e1logo por toda a regi\u00e3o. Ser\u00e1 a oportunidade para continuar construindo, a partir do di\u00e1logo aberto e da colabora\u00e7\u00e3o multissetorial, o caminho para um futuro mais limpo, eficiente e sustent\u00e1vel para o transporte e a log\u00edstica em toda a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n Atrav\u00e9s de suas paradas em Cidade do M\u00e9xico<\/a><\/strong>, Brasil<\/a><\/strong>, Col\u00f4mbia<\/a><\/strong> e Chile<\/a><\/strong>, a plataforma continuar\u00e1 promovendo uma abordagem colaborativa para acelerar a transi\u00e7\u00e3o para sistemas de transporte mais limpos, eficientes e inclusivos<\/strong>, posicionando a Am\u00e9rica Latina como um ator relevante na mobilidade sustent\u00e1vel em n\u00edvel global.<\/p>\n\n\n\n Fa\u00e7a parte do movimento que acelera a transforma\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e urbana da Am\u00e9rica Latina. Se voc\u00ea quiser saber mais detalhes sobre como participar e op\u00e7\u00f5es de posicionamento, clique aqui<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n No \u00e2mbito da c\u00fapula Latam Mobility North America 2026, realizada no munic\u00edpio de San Pedro Garza Garc\u00eda, em Monterrey, M\u00e9xico, aconteceu o painel intitulado “Da primeira \u00e0 \u00faltima milha: apostas e inova\u00e7\u00e3o do setor empresarial mexicano“. 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<\/figure>\n\n\n\nDecis\u00e3o ambiental ou econ\u00f4mica?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
O fator humano e a resist\u00eancia \u00e0 mudan\u00e7a<\/strong><\/h2>\n\n\n\n

Ci\u00eancia, materiais e autonomia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Infraestrutura, inseguran\u00e7a e o pre\u00e7o da sa\u00fade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n

O futuro: IA, autonomia e a urg\u00eancia de agir<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Mensagens finais: Vontade, alian\u00e7as e a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n

A conversa continua<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"