{"id":64288,"date":"2026-04-22T05:00:00","date_gmt":"2026-04-22T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/latamobility.com\/?p=64288"},"modified":"2026-04-20T13:52:51","modified_gmt":"2026-04-20T18:52:51","slug":"byd-gac-gwm-parar-e-stellantis-chaves-para-a-producao-regional-de-veiculos-sustentaveis-no-brasil-e-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamobility.com\/pt-br\/byd-gac-gwm-parar-e-stellantis-chaves-para-a-producao-regional-de-veiculos-sustentaveis-no-brasil-e-na-america-latina\/","title":{"rendered":"BYD, GAC, GWM, PARAR e Stellantis: chaves para a produ\u00e7\u00e3o regional de ve\u00edculos sustent\u00e1veis no Brasil e na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"\n
A c\u00fapula “Latam Mobility & Net Zero Brasil 2026”<\/strong>, realizada em S\u00e3o Paulo, apresentou o painel intitulado “Rota das Montadoras de Ve\u00edculos e Produ\u00e7\u00e3o Regional”<\/strong>, moderado por Fernando Trujillo<\/strong>, Senior Project Consultant da S&P Global Mobility.<\/p>\n\n\n\n A sess\u00e3o reuniu l\u00edderes da ind\u00fastria automotiva para explorar como as montadoras est\u00e3o redesenhando seus portf\u00f3lios<\/strong> em dire\u00e7\u00e3o a ve\u00edculos de baixa e zero emiss\u00e3o, integrando cadeias de valor regionais e aproveitando as oportunidades da neoindustrializa\u00e7\u00e3o<\/strong> no Brasil e na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n O moderador abriu o debate destacando que a mobilidade sustent\u00e1vel n\u00e3o se limita ao ve\u00edculo em si<\/strong>, mas abrange um ecossistema completo que inclui f\u00e1bricas, fornecedores, servi\u00e7os, dados e opera\u00e7\u00e3o. Diante desse desafio, cada empresa presente compartilhou sua vis\u00e3o e seus avan\u00e7os concretos.<\/p>\n\n\n\n Voc\u00ea tamb\u00e9m pode se interessar | Sustentabilidade e energias renov\u00e1veis: Latam Mobility convoca espa\u00e7o de di\u00e1logo para definir o rumo da mobilidade no Chile<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Werner Schaal<\/strong>, diretor comercial da BYD \u2013 Denza Brasil<\/strong>, destacou o compromisso da empresa com a mobilidade el\u00e9trica e as energias limpas<\/strong>. A empresa conta com quase um milh\u00e3o de funcion\u00e1rios no mundo<\/strong>, 120 mil deles engenheiros, e registra 45 patentes por dia.<\/p>\n\n\n\n No Brasil, a empresa possui quatro f\u00e1bricas (\u00f4nibus em Campinas, pain\u00e9is fotovoltaicos, baterias em Manaus e a recente f\u00e1brica de autom\u00f3veis em Cama\u00e7ari, Bahia), dedicada exclusivamente a ve\u00edculos el\u00e9tricos e eletrificados.<\/p>\n\n\n\n Schaal destacou que o BYD Dolphin Mini tem sido o ve\u00edculo el\u00e9trico mais emplacado no Brasil<\/strong> nos \u00faltimos dois meses, o que demonstra a abertura do consumidor brasileiro \u00e0s novas tecnologias.<\/p>\n\n\n\n “J\u00e1 foram produzidos mais de 50 mil ve\u00edculos na Bahia<\/strong>, com planos para um segundo e terceiro turnos, e s\u00e3o esperados at\u00e9 20 mil empregos diretos e indiretos. Al\u00e9m disso, anunciamos um investimento de 300 milh\u00f5es de reais em um centro de desenvolvimento no Rio de Janeiro<\/strong>, focado em dire\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma e transfer\u00eancia real de tecnologia para engenheiros brasileiros”, afirmou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Alex Machado<\/strong>, coordenador de Estrat\u00e9gia e Planejamento de Produto da GAC, explicou que a empresa chegou ao Brasil com um portf\u00f3lio majoritariamente el\u00e9trico e um h\u00edbrido, mas recentemente lan\u00e7ou um ve\u00edculo de combust\u00e3o interna (GS3).<\/p>\n\n\n\n A raz\u00e3o, segundo Machado, \u00e9 uma leitura pragm\u00e1tica da realidade brasileira<\/strong>: at\u00e9 2030, uma parcela significativa do mercado n\u00e3o poder\u00e1 ou n\u00e3o desejar\u00e1 acessar um ve\u00edculo eletrificado, por raz\u00f5es de pre\u00e7o, resist\u00eancia tecnol\u00f3gica ou incerteza sobre a valoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n “Nossa prioridade \u00e9 instalar a f\u00e1brica o mais r\u00e1pido poss\u00edvel e ter fabrica\u00e7\u00e3o nacional.<\/strong> Enquanto isso, oferecemos um ve\u00edculo a combust\u00e3o que atende \u00e0s normas de emiss\u00f5es mais exigentes (etapa a partir de 2027) e que, ao substituir ve\u00edculos mais velhos, contribui para reduzir a polui\u00e7\u00e3o urbana e gera fluxo de caixa para continuar investindo em eletrifica\u00e7\u00e3o”, detalhou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Machado recordou que a idade m\u00e9dia da frota brasileira \u00e9 de aproximadamente 11 anos<\/strong>, muito superior \u00e0 de pa\u00edses desenvolvidos, de modo que qualquer substitui\u00e7\u00e3o por um ve\u00edculo mais limpo tem impacto positivo imediato na sa\u00fade das cidades.<\/p>\n\n\n\n Jo\u00e3o Irineu<\/strong>, vice-presidente de Assuntos Regulat\u00f3rios para a Am\u00e9rica do Sul da Stellantis, come\u00e7ou destacando a magnitude da opera\u00e7\u00e3o da empresa no Brasil. Com mais de 900 mil ve\u00edculos produzidos localmente<\/strong> e uma comercializa\u00e7\u00e3o que superou 1 milh\u00e3o de unidades na regi\u00e3o, a empresa conta com um portf\u00f3lio que vai do segmento A ao premium, com mais de 100 modelos e vers\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n Irineu ressaltou que o \u00edndice m\u00e9dio de localiza\u00e7\u00e3o de seus ve\u00edculos supera 80%<\/strong>, o que mobiliza uma cadeia que vai da minera\u00e7\u00e3o \u00e0 reciclagem.<\/p>\n\n\n\n “Precisamos encontrar um equil\u00edbrio ambiental, econ\u00f4mico e social.<\/strong> Por isso, distribu\u00edmos diferentes tecnologias: biocombust\u00edveis como o etanol, sistemas Flex, hibridiza\u00e7\u00e3o em seus diferentes n\u00edveis e ve\u00edculos 100% el\u00e9tricos”, explicou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n O executivo lembrou que o Brasil conta com marcos regulat\u00f3rios de Estado, como o Inovar-Auto, Rota 2030 e o recente programa Mover, que alcan\u00e7aram uma redu\u00e7\u00e3o de 35% das emiss\u00f5es de CO2 entre 2017 e 2027<\/strong>. “Isso \u00e9 um exemplo para o mundo de como descarbonizar sem gerar disrup\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais”, afirmou.<\/p>\n\n\n\n M\u00e1rcio Alfonso<\/strong>, diretor de Produ\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o da GWM Brasil, detalhou a trajet\u00f3ria da empresa, que acumula mais de 40 anos de experi\u00eancia na China<\/strong> com tecnologia pr\u00f3pria em baterias, sistemas de propuls\u00e3o e intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n\n\n\n A GWM come\u00e7ou a fabricar no Brasil em agosto de 2025 e j\u00e1 produziu mais de 7.300 ve\u00edculos<\/strong> em sua f\u00e1brica de Iracem\u00e1polis, com capacidade atual de 120 unidades por dia.<\/p>\n\n\n\n “Produzimos quatro vers\u00f5es do Haval H6<\/strong>, tr\u00eas delas h\u00edbridas plug-in e uma h\u00edbrida convencional, al\u00e9m do H9 a diesel e a picape Power. N\u00e3o buscamos ser l\u00edderes em volume, mas sim um crescimento sustent\u00e1vel<\/strong>“, destacou Alfonso.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n A empresa j\u00e1 conta com mais de 60 fornecedores locais diretos e mais de 100 indiretos<\/strong>, abrangendo mais de 1.010 itens produzidos no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Sobre os desafios de escala, Alfonso comparou a evolu\u00e7\u00e3o do Brasil e da China: enquanto o poder aquisitivo do trabalhador brasileiro estagnou em torno de 3 d\u00f3lares por hora, o chin\u00eas cresceu de menos de 3 para 8 ou 9 d\u00f3lares por hora, impulsionando um mercado interno de 34,5 milh\u00f5es de ve\u00edculos anuais.<\/p>\n\n\n\n “Para crescer, precisamos discutir a carga tribut\u00e1ria.<\/strong> O autom\u00f3vel ficou mais caro e o volume dos populares cai. Se incentivarmos a produ\u00e7\u00e3o com tecnologias limpas e reduzirmos os impostos de forma est\u00e1vel, a ind\u00fastria reage rapidamente”, prop\u00f4s.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Milad Kalume Neto<\/strong>, professor e consultor de mercado do Instituto PARAR, trouxe uma vis\u00e3o cr\u00edtica sobre a cadeia de suprimentos local<\/strong>. Embora o Brasil seja o principal polo de produ\u00e7\u00e3o e venda da Am\u00e9rica do Sul (tr\u00eas vezes mais que a Argentina e seis vezes mais que o Chile), ele alertou que a ind\u00fastria de autope\u00e7as ficou defasada ap\u00f3s o fechamento do mercado em d\u00e9cadas passadas.<\/p>\n\n\n\n “Muitas empresas se capacitaram para produzir 4 milh\u00f5es de ve\u00edculos, mas o mercado estagnou em 2,4 milh\u00f5es. A capacidade ociosa freia o investimento em novas tecnologias”<\/strong>, explicou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Kalume elogiou iniciativas como a convocat\u00f3ria aberta da GWM a fornecedores locais e destacou que existem desenvolvimentos nacionais de baterias na Unicamp e de hidrog\u00eanio na USP<\/strong> que s\u00e3o pouco conhecidos.<\/p>\n\n\n\n “Precisamos unir o setor p\u00fablico, privado e a academia para que a ind\u00fastria nacional, criada em 1957, n\u00e3o se perca.<\/strong> A mentalidade de venda, o perfil do consumidor e a forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica precisam mudar para acompanhar o carro do futuro, que \u00e9 um smartphone sobre rodas<\/strong>“, sentenciou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Ao longo do painel, os participantes concordaram em v\u00e1rios pontos cr\u00edticos. O primeiro \u00e9 a necessidade de alcan\u00e7ar escalas de produ\u00e7\u00e3o<\/strong> que permitam reduzir custos e fomentar o investimento. Jo\u00e3o Irineu<\/strong> lembrou que, enquanto o Brasil produz cerca de 2,4 milh\u00f5es de ve\u00edculos por ano, a China produz 22 milh\u00f5es e os Estados Unidos, 18 milh\u00f5es. “Sem mecanismos que permitam aumentar a produ\u00e7\u00e3o local com fornecedores locais, \u00e9 dif\u00edcil acompanhar a cad\u00eancia tecnol\u00f3gica”<\/strong>, alertou.<\/p>\n\n\n\n O segundo ponto \u00e9 a previsibilidade regulat\u00f3ria<\/strong>. Os executivos pediram pol\u00edticas de Estado de longo prazo<\/strong>, n\u00e3o medidas conjunturais, para que as empresas possam planejar investimentos.<\/p>\n\n\n\n O terceiro ponto \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de engenheiros e t\u00e9cnicos<\/strong>. Irineu destacou que a ind\u00fastria automotiva perdeu glamour entre os jovens e que s\u00e3o necess\u00e1rios profissionais capazes de desenvolver a eletr\u00f4nica embarcada, a ciberseguran\u00e7a e os sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n “O autom\u00f3vel de hoje tem 40 centrais eletr\u00f4nicas e, em cinco anos, ter\u00e1 apenas tr\u00eas.<\/strong> Isso significa uma simplifica\u00e7\u00e3o enorme, mas tamb\u00e9m uma reconvers\u00e3o total da cadeia de suprimentos. Temos de fazer essa transi\u00e7\u00e3o de forma r\u00e1pida, mas respons\u00e1vel, sem gerar disrup\u00e7\u00f5es<\/strong>“, explicou o diretor da Stellantis.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n Em suas conclus\u00f5es, os painelistas concordaram que o Brasil j\u00e1 \u00e9 um polo regional<\/strong>, mas precisa fortalecer seu mercado interno e sua integra\u00e7\u00e3o com os vizinhos sul-americanos antes de pensar em exporta\u00e7\u00f5es massivas.<\/p>\n\n\n\n Werner Schaal<\/strong> deixou claro que a empresa n\u00e3o aposta apenas na eletrifica\u00e7\u00e3o, mas na democratiza\u00e7\u00e3o dessa tecnologia no mercado brasileiro<\/strong>. “Na BYD, n\u00e3o apenas industrializamos o autom\u00f3vel, mas trazemos tecnologia de ponta para desenvolver solu\u00e7\u00f5es locais”, reafirmando o compromisso com a neoindustrializa\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel do Brasil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Por sua vez, Alex Machado<\/strong>, representante da GAC, apresentou uma vis\u00e3o pragm\u00e1tica e realista da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica no Brasil. “Substituir um ve\u00edculo velho por um produto mais limpo e acess\u00edvel \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o real para a redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o urbana. A descarboniza\u00e7\u00e3o no Brasil deve ser poss\u00edvel, n\u00e3o ut\u00f3pica”<\/strong>, enfatizou o executivo.<\/p>\n\n\n\n Milad Kalume<\/strong> resumiu: “Primeiro, fortalecer o mercado interno<\/strong>, apesar dos problemas macroecon\u00f4micos. Segundo, robustecer a rela\u00e7\u00e3o com nossos vizinhos.<\/strong> Terceiro, ent\u00e3o pensar em exportar o excedente de produ\u00e7\u00e3o. Hoje somos o principal polo da Am\u00e9rica do Sul; devemos usar isso a nosso favor<\/strong>“.<\/p>\n\n\n\n Fernando Trujillo<\/strong>, moderador, encerrou agradecendo aos painelistas e destacando que, apesar dos desafios de escala, tributa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de talentos, as montadoras presentes est\u00e3o investindo em f\u00e1bricas, transfer\u00eancia de tecnologia e desenvolvimento local<\/strong>, o que estabelece as bases para o Brasil liderar a neoindustrializa\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel na regi\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n A Latam Mobility<\/strong> promove o di\u00e1logo dos principais l\u00edderes do setor ao longo de sua turn\u00ea 2026, que percorrer\u00e1 os principais mercados da regi\u00e3o para aprofundar esses e outros temas cruciais para a transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade.<\/p>\n\n\n\n Atrav\u00e9s de suas paradas em Monterrey<\/a><\/strong> e Cidade do M\u00e9xico<\/a><\/strong>, Brasil<\/a><\/strong>, Col\u00f4mbia<\/a><\/strong> e Chile<\/a><\/strong>, a plataforma continuar\u00e1 promovendo uma abordagem colaborativa para acelerar a transi\u00e7\u00e3o para sistemas de transporte mais limpos, eficientes e inclusivos<\/strong>, posicionando a Am\u00e9rica Latina como um l\u00edder relevante na mobilidade sustent\u00e1vel em n\u00edvel global.<\/p>\n\n\n\n Fa\u00e7a parte do movimento que acelera a transforma\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e urbana da Am\u00e9rica Latina. Se voc\u00ea quiser saber mais detalhes sobre como participar e op\u00e7\u00f5es de posicionamento, clique aqui<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n A c\u00fapula “Latam Mobility & Net Zero Brasil 2026”, realizada em S\u00e3o Paulo, apresentou o painel intitulado “Rota das Montadoras de Ve\u00edculos e Produ\u00e7\u00e3o Regional”, moderado por Fernando Trujillo, Senior Project Consultant da S&P Global Mobility. A sess\u00e3o reuniu l\u00edderes da ind\u00fastria automotiva para explorar como as montadoras est\u00e3o redesenhando seus portf\u00f3lios em dire\u00e7\u00e3o a…<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":64271,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_kad_post_transparent":"","_kad_post_title":"","_kad_post_layout":"","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"","_kad_post_vertical_padding":"","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"_kad_post_classname":"","footnotes":""},"categories":[2972],"tags":[2253,2347,2585,3459,3619,3621,3593,3622],"class_list":["post-64288","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-encuentros-movilidad-sostenible-pt-br","tag-brasil","tag-brasil-3","tag-byd-3","tag-gac","tag-gwm","tag-instituto-parar","tag-latam-mobility-brasil-2026","tag-stellantis"],"yoast_head":"\nBYD: democratiza\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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<\/figure>\n\n\n\nGAC: leitura realista do mercado<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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<\/figure>\n\n\n\nStellantis: equil\u00edbrio e compromisso<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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GWM: crescimento sustent\u00e1vel e produ\u00e7\u00e3o nacional<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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Instituto PARAR e o papel da academia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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Desafios comuns<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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Rumo a um hub regional de solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
A agenda para descarbonizar o transporte<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
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