Crescimento acelerado do mercado de VE no Brasil<\/strong><\/h2>\n\n\n\nRonaldo Sandoval<\/strong> come\u00e7ou mostrando a evolu\u00e7\u00e3o das vendas e da participa\u00e7\u00e3o<\/strong> de ve\u00edculos eletrificados leves no Brasil<\/strong>. De 2022 a dezembro de 2025, o crescimento do mercado foi muito r\u00e1pido<\/strong>. Os ve\u00edculos eletrificados (que incluem plug-in<\/strong>, h\u00edbridos<\/strong> e ve\u00edculos el\u00e9tricos a bateria (BEV)<\/strong> ) j\u00e1 representam quase 8,8%<\/strong> das vendas totais de ve\u00edculos leves no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\nSobre a distribui\u00e7\u00e3o por tipo de tecnologia durante 2025, os ve\u00edculos h\u00edbridos plug-in (PHEV)<\/strong> tiveram o maior volume de vendas<\/strong> dentro do mercado eletrificado brasileiro. Sandoval<\/strong> tamb\u00e9m apresentou uma compara\u00e7\u00e3o com a Am\u00e9rica Latina como um todo (excluindo alguns mercados), onde os ve\u00edculos eletrificados chegaram a quase 10,9%<\/strong> das vendas de ve\u00edculos leves.<\/p>\n\n\n\nO Brasil<\/strong> \u00e9, com certeza, o maior mercado da regi\u00e3o<\/strong>, seguido pelo M\u00e9xico<\/strong> e Col\u00f4mbia<\/strong>, que juntos concentram quase 80%<\/strong> das vendas de ve\u00edculos leves com essas tecnologias em n\u00fameros absolutos. Mas, em termos relativos, pa\u00edses como Equador<\/strong>, Chile<\/strong>, Uruguai<\/strong> e Rep\u00fablica Dominicana<\/strong> tamb\u00e9m mostram um crescimento bem interessante<\/strong> se comparado ao tamanho dos seus mercados automotivos.<\/p>\n\n\n\nSandoval<\/strong> observou que, embora a maioria dos pa\u00edses tenha aumentado as vendas nos tr\u00eas tipos de tecnologia, a Rep\u00fablica Dominicana<\/strong> teve redu\u00e7\u00e3o<\/strong> nas vendas de ve\u00edculos 100% el\u00e9tricos, enquanto Panam\u00e1<\/strong> e Costa Rica<\/strong> mostraram quedas nos plug-in, e a Rep\u00fablica Dominicana<\/strong> tamb\u00e9m caiu nos h\u00edbridos.<\/p>\n\n\n\nRonaldo Sandoval<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\nInfraestrutura: concentra\u00e7\u00e3o e oportunidades de expans\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\nO Diretor de Intelig\u00eancia de Mercado da EvolvX<\/strong> passou para outro pilar fundamental da mobilidade sustent\u00e1vel: a infraestrutura de recarga<\/strong>. A maioria dos estados da regi\u00e3o Sudeste<\/strong> do Brasil concentra mais de 80%<\/strong> das vendas de ve\u00edculos eletrificados leves no pa\u00eds, enquanto o restante do pa\u00eds fica com os 20% restantes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nAlgo parecido acontece com a participa\u00e7\u00e3o dos eletropostos<\/strong> por geografia e por tipo de recarga. A recarga r\u00e1pida<\/strong> ainda tem porcentagem baixa se comparada com a recarga lenta ou alternada. Sandoval<\/strong> revelou um dado revelador: 10 unidades federativas<\/strong> respondem por mais de 80% das vendas nacionais e tamb\u00e9m concentram quase 80%<\/strong> da infraestrutura de recarga do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n“Isso mostra duas coisas”, explicou Sandoval<\/strong>. “Primeiro, uma grande quantidade de infraestrutura concentrada em poucas regi\u00f5es. Segundo, o potencial que as outras unidades federativas t\u00eam no Brasil.”<\/p>\n\n\n\nSobre a rela\u00e7\u00e3o carregadores por ve\u00edculo<\/strong>, nos mercados que concentram 80% das vendas, a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de 21,4 ve\u00edculos por eletroposto<\/strong>, enquanto nas outras 16 unidades federativas a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de 18,6 ve\u00edculos por carregador<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nSandoval<\/strong> lembrou que a recomenda\u00e7\u00e3o (ou padr\u00e3o) internacional \u00e9 ter entre 5 e 10 carregadores por ve\u00edculo<\/strong>, embora tenha dito que existem metas diferentes para cada pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\nMatriz el\u00e9trica brasileira: baixa intensidade de carbono e necessidade de diversifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\nUm ponto central da apresenta\u00e7\u00e3o foi a an\u00e1lise da evolu\u00e7\u00e3o da matriz el\u00e9trica brasileira<\/strong>. Sandoval<\/strong> destacou que, entre 2023 e 2024, aumentou a gera\u00e7\u00e3o por parte das tecnologias solar fotovoltaica<\/strong>, e\u00f3lica<\/strong> e tamb\u00e9m g\u00e1s natural<\/strong>. “Sabemos que a transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o depende de uma \u00fanica tecnologia \u2013 ela precisa de diversifica\u00e7\u00e3o”, afirmou.<\/p>\n\n\n\nO especialista refor\u00e7ou a necessidade de maior flexibilidade<\/strong> para evitar futuros gargalos<\/strong> na capacidade de resposta do Sistema Interligado Nacional<\/strong>, especialmente com a integra\u00e7\u00e3o cada vez maior de novas tecnologias na matriz de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\nN\u00e3o \u00e9 segredo para ningu\u00e9m<\/strong> que a matriz el\u00e9trica do Brasil \u00e9 uma das mais limpas do mundo<\/strong>, mas tamb\u00e9m \u00e9 preciso reconhecer que o pa\u00eds e o mercado precisam integrar tecnologias que possam complementar as fontes limpas renov\u00e1veis tradicionais, como a solar fotovoltaica, o g\u00e1s natural e outras tecnologias de combust\u00edveis limpos.<\/p>\n\n\n\nAl\u00e9m disso, Sandoval<\/strong> apresentou uma compara\u00e7\u00e3o entre a baixa intensidade de carbono el\u00e9trica<\/strong> do Brasil e sua economia. A intensidade de carbono<\/strong> \u00e9 um indicador muito importante para medir quanto CO2 (ou gases de efeito estufa) uma economia gera para produzir uma unidade econ\u00f4mica (neste caso, d\u00f3lares americanos).<\/p>\n\n\n\nAssim como \u00e9 baixa a gera\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa<\/strong> da matriz el\u00e9trica brasileira, tamb\u00e9m \u00e9 baixa a intensidade de carbono da sua economia<\/strong>. Isso oferece uma oportunidade de capturar esse benef\u00edcio do ponto de vista financeiro<\/strong> \u2013 gerando receita com novas tecnologias limpas e, ao mesmo tempo, reduzindo o impacto ambiental<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nConvite para conhecer os relat\u00f3rios de mercado da EvolvX<\/strong><\/h2>\n\n\n\nPara finalizar, Ronaldo Sandoval<\/strong> convidou os participantes a contatar a EvolvX<\/strong> e a organiza\u00e7\u00e3o Latam Mobility<\/strong> para saber mais detalhes do relat\u00f3rio apresentado e dos relat\u00f3rios de outros pa\u00edses da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n“A ideia \u00e9 que voc\u00eas encontrem aqui, possam conversar com todos esses perfis \u2013 com investimentos do setor privado e do setor p\u00fablico”<\/em>, destacou.<\/p>\n\n\n\nO Relat\u00f3rio de Mercado Brasil e Am\u00e9rica Latina<\/strong> da EvolvX<\/strong> deixa conclus\u00f5es claras: o Brasil lidera o mercado de ve\u00edculos eletrificados na regi\u00e3o<\/strong>, mas enfrenta o desafio de descentralizar sua infraestrutura de recarga<\/strong> e diversificar ainda mais sua matriz el\u00e9trica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nA combina\u00e7\u00e3o de uma economia de baixa intensidade de carbono<\/strong> e uma matriz limpa<\/strong> posiciona o pa\u00eds como um territ\u00f3rio com enorme potencial<\/strong> para atrair investimentos e desenvolver profissionalmente o setor da mobilidade sustent\u00e1vel na Am\u00e9rica Latina<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n <\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Durante o “Latam Mobility & Net Zero Brasil 2026”, que rolou em S\u00e3o Paulo, Ronaldo Sandoval (Diretor de Intelig\u00eancia de Mercado da EvolvX) apresentou o aguardado “Relat\u00f3rio de Mercado Brasil e Am\u00e9rica Latina” \u2013 uma an\u00e1lise do estado atual e das tend\u00eancias da mobilidade sustent\u00e1vel na regi\u00e3o. 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Vendas de ve\u00edculos eletrificados crescem no Brasil: participa\u00e7\u00e3o chega a quase 8,8% em 2025, segundo relat\u00f3rio da EvolvX - Latam Mobility<\/title>\n \n \n \n \n \n \n \n \n \n \n \n \n\t \n\t \n\t \n \n \n \n \n \n\t \n\t \n\t \n